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Árvores e Plantas

Pata-de-elefante – (Beaucarnea recurvata)

pata de elefante
A pata de elefante é considerada pelos jardineiros e paisagistas uma planta arbustiva muito semelhante às palmeiras. Em sua fase adulta podem alcançar de 3 a 5 m de altura, possuem um tronco ornamental e uma raiz extremamente larga para que possa armazenar água, o que dá a ela a principal característica que a difere das palmeiras, além de ser capaz de sobreviver por um longo período de estiagem.
Embora não possua flores muito vistosas, costuma-se cultivá-la devido suas numerosas folhas e seu caule, que devido a protuberância da área onde a planta reserva nutrientes, lembra uma pata de elefante.
É uma planta que faz muito sucesso no paisagismo de jardins, porém, tem sido usada também em vasos para a decoração de ambientes internos.
Essa planta se dá muito bem com o clima seco, além de ter uma boa resistência ao calor. Pode-se criá-la tanto em áreas internas quanto externas, apenas é necessário que se tenha o cuidado para que ela receba um pouco de luminosidade e não fique exposta a geadas prolongadas.
Se optar por plantá-la em vasos o crescimento certamente será lento e não será necessária a troca do vaso, pois ela tem a capacidade de se adaptar ao tamanho do recipiente, entretanto, deve ser plantada logo em sua fase jovem para que as raízes fiquem bem apertadas.
Após escolher o local, lembre-se que as melhores mudas são encontradas em viveiros e para um bom desenvolvimento da planta use substrato ou adubo artificial para cactos.
Acostumada a um clima tropical seco, a Beaucárnea necessita de um solo fértil, porém pouco úmido, caso contrário corre o risco do apodrecimento de suas raízes. A melhor forma de preparar o solo antes do plantio (e de mantê-lo depois) é através da adição de adubo orgânico, que é rico em nitrogênio, substância mais utilizada por essa planta, já que ela não é uma grande produtora de flores ou frutos.
Os maiores problemas em sua aparência e apodrecimento das raízes aparecem por conta das regas em excesso, afinal são plantas que absorvem toda a água para sobreviver em estações de seca e estiagem e, por conta disso, não precisam ser regadas com frequência. O ideal é deixar o solo secar bem antes de regar novamente.
É uma planta que pode ficar sem ser regada por até um mês seguido e o indicado é cultivá-la em um solo mais seco, que não deixe a planta suscetível ao apodrecimento da raiz.
É aconselhável a compra de mudas devido ao alto índice de não brotamento das sementes se as condições não forem bem controladas, uma vez feito o plantio no solo devidamente preparado como dito acima, devemos regá-la de tempos em tempos.
Caso sua muda for muito pequena, dependendo de onde você mora é melhor plantá-la inicialmente em um vaso e mantê-lo protegido durante o inverno. Quando adulta, transfira-a para seu lugar definitivo, que pode ser um vaso grande ou no jardim.
É uma planta que possui longevidade, podendo chegar até os 300 anos, desde que seja cultivada em condições ideais para o seu crescimento e desenvolvimento
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Nome Popular: Buriti, buritizeiro, palmeira-dos-brejos, carandá-guaçu
Família: Arecaceae
Divisão: Magnoliophyta
Origem: América do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Nas regiões onde ocorre, o buriti é a planta mais importante entre todas as outras palmeiras. É abundante no Cerrado e um indicativo infalível da existência de água na região. Como o Cerrado é rico em água, lá estão os Buritis, emoldurando as veredas, riachos e cachoeiras, inseridos nos brejos e nascentes. A relação com a água não é à toa. Ao caírem nos riachos, os frutos de seus generosos cachos são transportados pela água, ajudando a dispersar a espécie em toda a região.
Na natureza, tudo funciona na base da cooperação mútua. Os buritis também embelezam a paisagem do Cerrado e são fonte de inspiração para a literatura, a poesia, a música e as artes visuais.
Os cachos carregados de frutos e as folhas de que necessita, são apanhados lá no alto, cortados no talo com facão bem afiado para não machucar a palmeira.
Depois disso, o experiente sertanejo pula, usando as largas folhas do buriti como se fossem pára-quedas, pousando suavemente na água.
Para o homem, o buriti também é muito generoso. Seu fruto é uma fonte de alimento privilegiada, com as folhas crescidas, suas fibras e seus brotos, pode-se fazer de tudo: o tapiti de espremer massa de mandioca, o paneiro de empaiolar farinha, uma gradação de balaios, as esteiras, as mantas, as redes de dormir, as cordas e os abanos. Também é utilizada na cobertura de casas – telhados.
Geram fibras usadas no artesanato, tais como bolsas, tapetes, toalhas de mesa, brinquedos e bijuterias. Os talos das folhas servem para a fabricação de móveis. Além de serem leves, as mobílias feitas com o buriti são resistentes e muito bonitas.
As folhas jovens também produzem uma fibra muito fina, a “seda” do buriti, usada pelos artesãos na fabricação de peças feitas com o capim-dourado.
Do buriti, se aproveita tudo. Até o nome, emprestado a milhares de lugares, estabelecimentos e até embarcações que levam a fama da palmeira por todos os lugares.
É propagada por sementes, que perdem o poder germinativo em poucas semanas; contudo, as sementes recém-colhidas alcançam 100% de germinação, que ocorre aos 75 dias.
A produção do buriti é anual e em indivíduos femininos ocorre a cada dois anos, no final do período chuvoso.
O número de inflorescência ou de cachos com frutos varia de 5 a 7 por planta por ano, com cerca de 400 a 500 frutos por cacho.
A floração ocorre de Abril a Agosto, frutificando após 9 meses.
É uma palmeira que aprecia locais ensolarados, clima quente e necessita de terrenos ricos em matéria orgânica e levemente úmida. Para plantar, abrir uma cova grande, mais larga que funda maior que o torrão da muda.
Pode ser regada com frequência, pois ela ocorre em áreas de brejo. Colocar adubo de curral curtido, cerca de 3 litros/ cova, acrescido de adubo granulado formulação NPK 10-10-10, cerca de 300 gramas. Misturar com composto orgânico antes de colocar o torrão. Regar a cova antes do plantio.
Colocar o torrão, adicionar mais composto orgânico e colocar os tutores em número de três, amarrando com cordão de juta para manter no lugar. Regar todos os dias, inclusive o ponteiro da copa todos os dias por, pelo menos, 10 dias após o plantio. Para cultivá-lo em terreno seco deve receber muita água na sua fase juvenil.
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Origem: Estados Unidos
Nativa do estado do Texas nos Estados Unidos, a flox é uma planta de cerca de 30 cm de altura e apresenta ramagem densa, macia e folhas verde-claras em forma de lança. As flores surgem em pequenos buquês, e podem ser de diversas cores e formas, principalmente brancas, azuis, roxas, vermelhas ou róseas, com mesclas entre estas cores.
Elas ainda podem ser simples ou dobradas, de pétalas estreitas ou largas, lisas ou franjadas, de acordo com a variedade. A floração inicia-se no final do Inverno, atingindo seu auge na Primavera e se estende pelo Verão. São muito atrativas para as borboletas.
O flox presta-se para a formação de belos maciços em gramados, ou como bordadura, além de ser muito plantada em vasos. Deve ser cultivada em solos férteis e ricos em matéria orgânica, sempre a pleno sol.
As regas devem ser regulares, mas sem encharcamento. Aprecia o frio e não tolera temperaturas muito quentes, desidratando-se com facilidade.
Sua multiplicação é feita por sementes, postas a germinar no outono em ambientes protegidos.
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Família: Fabaceae (Leguminosae)
Origem: Nativa da Mata Atlântica do Brasil.
Sua ocorrência natural é no Brasil, do Pará ao Rio Grande do Sul. Na América do Sul, em países como Colômbia, Peru, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia.
Esta árvore, conhecida também como timbaúva, chambó, tamboré e tambor, entre outros nomes, ainda é uma das principais fontes de madeira para a construção de canoas inteiriças.
Com tamanho médio entre 20 e 35 m, o tronco desta árvore possui de 80 a 160 cm de diâmetro.
Em razão disso, chama a atenção a dimensão de seu tronco (curtos e largos), e também a sua copa em forma de guarda-chuva e, sobretudo, as vagens de sua frutificação, que lhe conferem o principal nome popular (e se parecem mesmo com uma orelha de macaco).
Pesa ainda a seu favor o crescimento rápido em formações secundárias, servindo para recuperar áreas degradadas ou de solo pobre. É apícola (usada na apicultura) e muito empregada também para a fabricação de papel (tem celulose).
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Família: Angiospermae – Fabaceae – Faboideae (Leguminosae)
Origem: Brasil
Sua ocorrência natural é na: Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul (até Santa Catarina).
Árvore de copa ampla e globosa, chegando a medir 20 m de altura, com tronco entre 50 e 70 cm de diâmetro. Suas folhas são compostas e as flores, roxas. O fruto apresenta de uma a três sementes, de cor vermelha e negra (que justifica o seu nome popular).
Natural de duas florestas – a pluvial atlântica e a latifoliada semidecídua – essa árvore possui madeira moderadamente pesada e resistente. Tanto que é empregada na confecção de móveis de qualidade e em acabamentos da construção civil.
Suas sementes, em função da beleza de sua dupla cor (vermelha e negra), são muito usadas na confecção de peças artesanais. Mas afora essas “aplicações práticas”, a olho-de-cabra tem muitos atrativos para mantê-la intacta, nos campos: as sombras generosas que proporciona, a sua beleza plástica e a própria aplicação paisagística.
Pode também ser empregada para plantios mistos destinados à recomposição de áreas degradadas de preservação permanente. O único problema é o desenvolvimento lento de suas mudas (idem para o seu crescimento no campo, de 2,5 m aos 2 anos). A espécie floresce em Outubro e Novembro. E seus frutos, embora amadureçam de Setembro a Outubro, permanecem na árvore por muitos meses.
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Raiz:
Uma vez que a maioria das raízes são subterrâneas e portanto não facilmente visíveis, nossa tendência é ignorá-las e desmerecê-las. A primeira raiz do vegetal vem do embrião, chamada de raiz primaria, ou raiz principal. Ela pode ser pivotante (cresce principalmente para baixo) ou tabular (cresce principalmente lateralmente).
A raiz possui órgãos especializados para sustentação, absorção, armazenamento e condução da seiva, e é responsável pela retirada de água e nutrientes do solo.
A água e nutrientes absorvidos compõem a seiva bruta. Essa seiva bruta é transportada, da raiz para as folhas pelo xilema (conjunto de vasos encontrados no caule da planta).

Caule:

Uma curiosidade é que as plantas primitivas só tinham caule ! Estes são tidos como precursores das folhas e assim ancestrais do próprio sistema caulinar.
O caule promove interligação entre raiz e folha, levando a seiva bruta da raiz para as folhas, através de um conjunto de vasos condutores, chamado de xilema, e levando a seiva elaborada das folhas até o restante da planta, por um conjunto de vasos condutores, chamado de flolema.
Durante a descida, o floema fornece alimento aos demais órgãos.
Os troncos das árvores variam em tamanho, forma, textura e cor.
É do tronco de algumas árvores que é extraída a madeira que usamos em nossas casas, em móveis, ferramentas, pisos e até mesmo lápis. É também do tronco de algumas árvores que é extraída a matéria prima para fazer o papel – a celulose.
Comece a pensar quantas árvores são derrubadas para satisfazer nossas necessidades do dia-a-dia, só relacionadas ao caule !

Folha:

Nas folhas, ocorre a fotossíntese, que é um processo de produção de glicose e oxigênio. Este processo tem como um de seus componentes a luz do sol. A luz é formada por feixes de diferentes comprimentos onda. Cada comprimento é de uma cor. Essas são as cores primárias.
Os comprimentos de onda que são absorvidos pelas folhas variam de acordo com as espécies. Em geral o comprimento de onda de cor verde não é absorvido pelas folhas, sendo assim refletido, dando a coloração verde às folhas.
A glicose produzida compõe a seiva elaborada conhecida como alimento da planta. A seiva elaborada é transportada, das folhas para toda a planta, pelo floema, como vimos a cima.
Também ocorre a transpiração e a perda de água para o meio ambiente na forma de vapor. É possível observar névoas em grandes florestas ao amanhecer. Esta névoa nada mais é que a evaporação da umidade da floresta. Uma parte desta umidade é produzida através desta transpiração que ocorre em cada folha.

Flor:

A flor é uma folha modificada do vegetal, de crescimento limitado, contendo as estruturas reprodutivas da planta Giniceu (parte feminina), Androceu (parte masculina).
A pétala funciona como atrativo.Cada espécie evoluiu suas flores em tamanho, forma e cor, para se adaptar aos seus determinados polinizadores.
Essa evolução garante a perpetuação da espécie, e a biodiversidade através dos polinizadores.
Biodiversidade, é a diversidade da vida (bio). Com a flor, as Angiospermas adquiriram a capacidade de se reproduzirem a partir do cruzamento entre dois indivíduos.
A grande maioria da flores das Angiospermas é hermafrodita, facilitando a autofecundação. Mas a autofecundação apresenta desvantagem para as espécies, impedindo a variabilidade de caracteres. Para impedir a autofecundação, as flores possuem adaptações que impedem o processo, e facilitam a fecundação cruzada (entre flores de indivíduos diferentes), tais como:
- Hercogamia = alturas diferentes da antera (androceu) e o estigma (giniceu).
- Protandria = o androceu amadurece antes do gineceu.
- Protaginia = giniceu amadurece antes do androceu.

Fruto:

Ocorrendo a fecundação, o óvulo origina a semente, e o ovário, o fruto. O fruto protege as sementes e prepara o solo, facilitando a germinação, os frutos podem ser verdadeiros (quando se formarem a partir do ovário, como o abacate); ou falsos (quando se formam de outras partes da planta como o caju, maçã, figo, abacaxi e framboesa).

Sementes:

A semente é uma estrutura de propagação da planta; é a unidade reprodutiva que dá início a uma nova geração da espécie. Esta estrutura contém o embrião e protege-o contra a dessecação, danos mecânicos e ataques de organismos diversos.
- Dormência

Fotossíntese:

Os seres fotossintetizantes, que não são apenas as plantas, são autótrofos, isto é, produzem seu próprio alimento.
A fotossíntese é o processo pelo qual a planta transforma a seiva bruta em seiva elaborada – seu alimento!.
Ela ocorre na folha, utilizando gás carbono (CO2), água (H2O) e luz, transforma-os em carboidratos (C6H12O6) e oxigênio (O2), que é liberado na atmosfera. Apesar da glicose ser representada como carboidrato nas células fotossintetizantes, o produto mais imediato são carboidratos com 3 carbonos, conhecidos como trioses.
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Nome popular: Ipê-Branco, Ipê-do-Cerrado, Pau-D’arco.
Família: Bignoniaceae.
Árvore brasileira brasileira, usada como ornamental, nativa do cerrado e pantanal brasileiros. Seus nomes, tanto científico quanto popular, vêm do tupi-guarani: ipê significa “árvore de casca grossa” e tabebuia é “pau” ou “madeira que flutua”.
É conhecida como planta do mel no Brasil e na Argentina.
Chega a atingir 16 m de altura, com tronco medindo de 40 até 50 cm de diâmetro.
Dotado de copa alongada, possui um tronco ereto medindo de 40 a 50 cm de diâmetro, com casca suberosa e superficialmente fissurada. Suas folhas são compostas trifolioladas.
Ocorre nas florestas estacionais semi-decícuas e matas semi-decíduas, na Bolívia, Brasil (Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Fernando de Noronha, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro e norte de São Paulo), Paraguai, Peru e Colômbia.
Floresce principalmente durante os meses de Agosto / Outubro com a planta totalmente despida da folhagem. Os frutos costumam amadurecer a partir do mês de Outubro.
Trata-se de um tipo de ipê muito apreciado por sua beleza e exuberância, ficando totalmente branco durante um período muito curto, pois sua floração não dura mais do que dois dias (em geral, por volta do mês de Agosto). Às vezes repete a floração por volta de Setembro, porém com menor intensidade.
O ipê-branco é uma planta decídua, heliófita e seletiva xerófila, característica de afloramentos rochosos e calcários da floresta semi-decídua. Ocorre tanto no interior da mata primária como nas formações secundárias.
É aconselhável colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida, deixá-los ao sol para completarem a abertura e liberação das sementes ( kg contém aproximadamente 71.000 sementes).
A madeira é moderadamente pesada, macia com superfície lustrosa, de ótima durabilidade que pode ser usada na construção civil, principalmente para acabamentos internos.
A árvore é extremamente ornamental, não somente pelo exuberante florescimento que pode ocorrer mais de uma vez por ano, mas também pela folhagem densa de cor verde azulada e forma piramidal da copa. É considerada ótima para o paisagismo em geral, já sendo amplamente utilizada para este fim, além de ser particularmente útil para a arborização de ruas e avenidas, dado ao seu porte não muito grande.
Em função de sua adaptação a terrenos secos e pedregosos, é muito útil para reflorestamentos nesse tipo de ambiente, destinados a recomposição da vegetação arbórea.
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Família: Angiospermae
Árvore que chega a medir entre 10 e 20 m de altura, a chichá é repleta de sapopemas (a base do caule tem numerosos prolongamentos tabulares, formando grandes cavidades) no tronco (que não passa de 60 cm de diâmetro e possui casca acinzentada e fina).
Além disso, possui folhas simples e flores amarelas com o interior avermelhado. Seus frutos são uma espécie de cápsula lenhosa grande, que fica vermelha quando madura. Ao abrí-la, apresenta uma estrutura semelhante a de um trevo por dentro, com sementes negras em seu interior.
Originária do Brasil é encontrada do Sul da Bahia, passando pelo Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. É árvore essencialmente da floresta pluvial atlântica.
Essa árvore é cheia de alcunhas curiosas.
Além do chichá em si, é chamada de xixá, araxixá, boia, boia-unha-de-anta, coaxixá, pau-de-boia, e pau-de-cortiça. Como os dois últimos nomes já sugerem, ela tem madeira leve e mole, com baixa durabilidade quando exposta ao tempo. Ou seja, só serve para obras internas. Melhor mesmo é utilizá-la no paisagismo, uma vez que fica majestosa no campo.
É empregada também em plantios mistos de áreas degradadas (uma vez que atinge 2,5 metros aos 2 anos). Além disso, seus frutos (quando abertos) têm forma de pequenos corações e são usados como adornos.
Suas sementes – que produz em grande quantidade -, servem de alimento à fauna em geral. Floresce de novembro a março e seus frutos vingam entre maio e setembro.
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Família: Clusiaceae
Árvore originária do Brasil, com ocorrência natural na floresta amazônica, nos estados do Amazonas, Rondônia, Pará, Roraima e Amapá. Há também registros da espécie no Peru, Colômbia, Venezuela e Guianas.
Essa árvore não é muito grande, não passando dos 10 m de altura. Chamam a atenção seus frutos – que se apresentam fechados quando imaturos e, depois, abertos, com os arilos (qualquer um dos tipos de excrescência, presente na superfície) das sementes vermelho-sangue -, e as flores, masculinas, com o centro rosa, e as extremidades brancas. Elas medem, em média, 16 cm de diâmetro. Quando começam a morrer, vão ganhando lentamente tons marrons, até se parecerem, ao cair no chão, com flores de madeira.
No estigma (área da flor geralmente provida de células produtoras de substância açucarada e pegajosa, com a função de captar os grãos de pólen que nele germinam) vai se criando uma espécie de mucilagem, que dá um efeito vivaz a elas, mesmo depois de encerrado o seu ciclo de vida.
Geralmente essa espécie floresce de Fevereiro a Junho. Ela se propaga por estaquia e sementes. Essa árvore nunca perde suas folhas. É típica de clima tropical ou tropical úmido. Ou seja, vive a pleno sol, mas também pode ser cultivada à meia sombra.
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Boca-de-sapo – (Jacaranda brasiliana)Índice.jpgBoca-de-sapo – (Jacaranda brasiliana)
Família: Bignoniaceae
Árvore que chega a medir entre 4 e 10 m de altura, possui tronco cilíndrico (que varia de 20 a 30 cm de diâmetro), flores em forma de cálice e frutos de margens onduladas.
Originária do Brasil, com ocorrência natural nos estados de: Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Pernambuco e Sul dos Estados do Maranhão, Piauí e Pará (em áreas de Cerrado).
Chamada popularmente de jacarandá-boca-de-sapo, caroba e castelo-de-cavalo, difícil é passar incólume frente às flores desta árvore. São de um lilás / roxo de uma beleza incomum.
Quando floresce, entre Agosto e Setembro, costuma ficar totalmente despida de folhagem. Vira quase um buquê na mata. Dificilmente passa dos 10 m de altura. A maturação de seus frutos ocorre em Julho e Agosto.
Como seu desenvolvimento no campo é considerado rápido (atinge mais de 2 m aos 2 anos), pode ser cultivada como peça ornamental, até porque sua madeira (neste caso, felizmente) é de textura fina e pouco durável. Em outras palavras, serve apenas para a confecção de peças leves, além de lenha e carvão.
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